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Dramaturgia

'Irmã Catarina': Bem antes da TV Record apostar no gênero, Myriam Rios e Mateus Carrieri participaram de produção cristã na TV


TÍTULO
"Irmã Catarina"

GENERO
Dramaturgia

SUB-GÊNERO
Minissérie

AUTOR
Geraldo Vietri e Peter Orglmeister

DIREÇÃO
Atílio Riccó.

ELENCO
Myruan Rios (Catarina)
Patrícia Lucchesi (Lúcia)
Geórgia Gomide (Laura)
Márcia Real (Irmã Serafina)
Roberto Pirilo (Francisco)
Marcos Plonka (Hassan "Turco")
Matheus Carrieri (Paulo)
Dênis Derkian (Marco)
Paulo Celestino Filho (Maurício)
Ernando Thiago (Pedro)
João Acaiabe (Delegado)
Luiz Carlos de Moraes (Prefeito)
Marcelo Galdino (Osman)
Nívio Diegues (Alessandro)
Olívia Camargo
Luiz Parreiras
Ruy Minharro
Arlete Montenegro
Crystiane Fischer
Zilda Mayo
Vanessa Alves
Jonas Mello
Neusa Maria Faro
Patrícia Rinaldi
Raymundo de Souza
Ruthinéia de Moraes
Teresa Athayde
Carlos MEecene
Josmar Martins
Sergio Carvalho
Cristina Ciambroni
Alexandre Reinecke
Lily Alcalay
André Rezende
Fábio Zanin
Regina Valim
Érica Gualberto
Wagner Kampynas
Ademilson Teixeira
Ana Karina Miranda

EMISSORA
CNT/Gazeta

EXIBIÇÃO
04 a 30 de março, às 17h

CAPÍTULOS
24 capítulos

SINOPSE
Catarina (Myrian Rios) é uma adolescente de família rica. Ao sentir um chamado de Deus, termina seu namoro e decide se tornar freira. Ela passa então a ajudar os moradores de sua pequena cidade a ter um olhar de fé e diferente sobre seus problemas.

Foram abordados temas como aborto, corrupção política e tráfico de influência.

BASTIDORES

A produção "Irmã Catarina" foi exibida pela CNT/Gazeta após um acordo com a Associação do Senhor Jesus, de Campinas. A entidade, católica, havia produzido diversas minisséries e séries católicas para comercialização junto a seus fiéis. Esta, em questão, foi gravada em 1994 e foi a primeira a ser exibida pela emissora. Depois a emissora exibiria sua primeira telenovela, também produzida pela Associação: "Antônio dos Milagres".

A estreia a produção chegou a ser associada à uma resposta da Igreja Católica ao conturbado momento religioso do país. Meses antes (em outubro de 1995) a TV Record havia exibido o polêmico programa onde um pastor da Igreja Universal chutava a imagem de Nossa Senhora, chocando o país. "A minissérie não foi produzida em meio aos atritos que estão ocorrendo, mas já que o assunto está quente, é bom que se discuta o tema religioso. Pode ser que gere polêmica, mas não tem qualquer tipo de provocação", defendeu Flávio Martinez, diretor geral da CNT, na época.

A trama foi bastante criticada visto que sua principal meta não era entreter, mas sim evangelizar. Isto estava explicito nas situações abordadas pela história, bem como nos diálogos.

A produção, bem simples, tinha um custo infinitamente menor do que as tramas globais (cerca de R$ 5 mil o capítulo). Apesar de nomes conhecidos do público, o elenco contava ainda com funcionários da Associação, que faziam pontas e figuração.

Vale lembrar que a Record TV passou a investir em tramas bíblicas ou de cunho religioso apenas a partir de 1997.

O autor, Geraldo Vietri, já havia falecido quando a minissérie "Irmã Catarina" foi ao ar na TV aberta. Em janeiro de 2006, a produção também foi exibida na TV Século XXI (canal 59 UHF em São Paulo).

A minissérie registrou uma média de 01 ponto no Ibope. Bem distante dos 6 pontos que a emissora pretendia com a investida.

Myrian Rios Irmã Catarina Mateus Carrieri

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