Nikolas Antunes comenta a participação na novela 'Além da Ilusão'

Por Redação em 21/05/2022 às 18:04:00

Em cenas previstas para irem ao ar a partir do dia 31 de maio, o astro Plínio Riviera (Nikolas Antunes) chega em "Além da Ilusão" para contracenar com Margô (Marisa Orth) na radionovela patrocinada por Francisco (Shimon Nahmias). Apaixonado pela vedete, ele encontra na rádio de Campos a chance de tirar a amada dos palcos do Cassino de Constantino (Paulo Betti), onde exibe sua beleza e incomoda o namorado.

A notícia agrada Arminda (Caroline Dallarosa), que herdou o estabelecimento da avó Santa (Arlete Salles), e Leopoldo (Michel Blois), gerente do local e filho de Francisco. No entanto, o mais novo patrocinador exige que Margô seja a estrela principal e é nesse contexto que eles decidem contratar Plínio. Mas Francisco não vai gostar nada da ideia do ator querer vender sua imagem em cima de uma certa intimidade com Margô. Ele leva um fotógrafo até a casa da atriz para registrar o casal sucesso da radionovela, mas no fundo quer esconder um dos seus segredos.

Confira abaixo a entrevista com o ator Nikolas Antunes:

Como você define a sua personagem?

O Plínio é um típico galã, muito viajado e elegante. Seguro, educado, de presença forte, porém muito cortês, me faz lembrar o Paul Newman ou mais ainda o Alain Delon.

Em quem se inspirou para fazê-la?

Me inspirei muito nessas galãs de meados do século passado que são raros hoje em dia. O Marcello Mastroianni ou o Tarcísio Meira são outros exemplos excelentes.

Qual a sua expectativa para ver este trabalho no ar?

Expectativa enorme. O Plínio entra na trama para se desafiar, se aceitar e se descobrir. Eu acho essa coisa de se desenvolver e se aceitar, ser feliz com o próprio espírito, algo muito bonito! A gente carrega muita culpa e os conservadores estão aí para julgar e condenar.

Comente a relação de Plínio com Leopoldo.

Plínio tem olhos de águia e um coração enorme, cumpre com o ofício dele como profissional envolto a uma cultura conservadora, machista e patriarcal, mas ele viu algo no Leopoldo. Veremos para onde vai essa revolução!

Como está sendo contracenar com Marisa Orth?

Conhecia a Marisa de restaurantes, barzinhos pós-peça e sempre com muita gente junto; agora que estamos tendo tempo para conversar e atuar juntos, tratar de trabalho. A gente começa a entender o porquê do tamanho e do brilho da pessoa. É assustador como ela está sempre atenta a tudo e é parceira até o limite, parece um presente. Elegante e com um bom senso gigantesco, fala o que pensa e paga pra ver. Fomos vizinhos em São Paulo sem saber, a vida tem dessas.

Como foi o convite para atuar em 'Além da Ilusão'?

Eu tinha acabado de filmar uma série muito densa e pesada em São Paulo, estava em processo de cura da personagem e não estava aceitando trabalhos porque eu sempre preciso de algum tempo para me reciclar. Quando comecei a me sentir inteiro novamente me liga o Fabinho Zambroni me chamando para vir ficar um pouco no Rio, para viver uma personagem leve numa história super bem escrita e super bem dirigida. Alessandra Poggi, Luiz Henrique Rios e todos os outros diretores que já trabalhamos ou estudamos juntos, é o famoso convite irrecusável.

Tem algum outro projeto em andamento?

Eu quero rodar cinema, estou com saudade de gravar uma cena por dia com uma câmera só, mas, no meio disso, terei estreia de série em setembro e a gente já está começando a divulgação. Não sei como termina essa história do Plínio e eu tenho previsões para continuação de outras obras. Um dia por vez. Eu estou amando Além da Ilusão.

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